sábado, 11 de setembro de 2010

Não force.

O tiro em geral sai pela culatra.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O preço do apego

Decisões malucas me levam cada vez mais pra longe e nesse abismo de mundo ainda não apendi o preço do salto.

Entre paz, gente, carreira, fé, sonhos, ilusões, desilusões, com muito amor, carrego um por um dentro do peito, mas apesar do "medo de altura"ainda almejo um "salto duplo".


Não falo de príncipes encantados (odeio gente perfeita), não falo de pessoas programadas pra amar (não acredito em escolhas), não falo de sexo (afinal, como catava Rita Lee, amor sem sexo é amizade e sexo sem amor...).

Falo da simplicidade em amar alguém ao ponto de não desejar restrições. Falo do amor de amigo, amante, do frio na barriga, do batimento cardíaco acelerado, do tesão, do desejo, da calma, da brisa leve que sopra nas noites de verão.
Falo da fé no potencial de cada um, falo da credibilidade, do respeito, do carinho, da adimiração, do abraço e do beijo roubado. Da vontade de estar junto, da certeza de sentimentos, da divisão de tarefas, do planejamento comum. Falo de verdade. FALO DE VIDA.


Apesar de utópico, ainda acredito nesse tipo de amor.
Pena só não vê-lo por aí.