terça-feira, 23 de novembro de 2010

No fio do medo

Medo causa adrenalina. Ansiedade.
Dúvidas e abortagem de planos. Necessidade de novos. Sonhos.
Por medo sou gigante pra você, pequena pra mim.
Fútil esse sentimento furtivo de coragem.
Por ele ganho o mundo e o faço escorrer pelos dedos.
Abro mão da segurança e coloco a mostra meu lado mais feminino: o incoerente.
Escuto, penso, concluo: definitivamente não nasci pra tantos dilemas.
Boa hora pra lembrar de crescer.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Minuta do dia

Deveria ser bom correr ou parar de.
Deveria ser bom saber separar, decidir, resolver, expôr o que se pensa, quer, acha e crê.
Deveria ser bom respirar em paz sem pesar no peito.
Deveria ser bom estancar as feridas da auto-análise e deixar a piedade acalentar a alma.
Deveria ser bom retirar a mordaça do medo ao invéz de transformá-la num sorriso amarelo.

Seria bom ser mais humana que super-herói.
Se não, deveria.