sexta-feira, 27 de agosto de 2010

E o famoso "chuchu"

Como já disse, escrevo, em geral, quando não tenho pra onde correr.... Coisas de fundo do poço.

Hoje quebro a regra.

Venho expor tudo o que penso (ou quase tudo) sobre o vegetal mais usado de todos os tempos.

O CHUCHU.

Amigos que te chamam de "chuchu", o cara gatinho que passa e diz: ei "chuchuzinho"...o "chuchu” do namorado da outra, o "chuchuzão", "um chuchu” com a mãozinha fechada e como explicação pra algo bom, enfim variações homéricas do legume (que na verdade é fruta) MAIS SEM GRAÇA DO MUNDO!!!!!hehe

Chuchu como adjetivo pra gente me parece bem adequado à quem não tem opinião própria (poderia inclusive ser substituído pelo que chamamos de "banana"). Pode ser também representado pela "puta da filha da vizinha", já que dá horrores depois de trepar em qualquer cerca, ou por aquela pessoa inexpressivamente feia, que pela falta DE, nem ao grupo referido pertence.

Na arte culinária, qualquer coisa que passe perto da panela do chuchu o bendito usurpa o "mérito do gosto" virando prato principal.

Chuchu com bacalhau = bacalhau de pobre*. Quase nada de bacalhau, chuchu pra ninguém botar defeito e tá aí, o prato que era pra um rende pra 10.

Chuchu com carne moída = esse foi expulso da escola. Carne moída já não tem status nenhum (já que é feita de qualquer parte do boi) e embora seja boa SOZINHA, com chuchu reeeeeeeende...ahhhhhh se rende. Nesse caso, já que só a quantidade importa, fica fácíl alimentar um batalhão.

Suflê de chuchu = pobre* pobre* pobre*. Mas esse tem síndrome de rico. Suflê parece sofisticado (já que vem do francês soufflé) e é, portanto, o prato ideal pra fazer média com os vizinhos. Bote queijo, ovo, cebola e o chuchu. Terá gosto de qualquer um dos ingredientes com exceção do legume acima citado (é, cebola é raiz e chuchu...hehehhe).

Chuchu com carne picadinha (frango, boi, porco, peixe), com ou sem alho, com ou sem cebola...sem sal. Chuchu em pratos culinários representa qualquer coisa que tenha gosto próprio (uma vez que o próprio chuchu não tem gosto nenhum). Não preciso esticar, preciso*????

Chuchu refogadinho = Esse então é pior que pagar penitência. Coma dois dentes de alho que garanto: valerá mais a pena!!!! Típico Nada com Coisa nenhuma, sabe comé? Osso duro de roer!!!!!!


 * pobre nesses casos não está associado à baixa condição financeira do cozinheiro (apenas), mas em especial, à pobreza de espírito no que se refere ao gosto culinário.

MORFOLOGIA
No "estereótipo” da coisa, ele é feio, mas não horroroso. É cheio de pelinhos que espetam (e não são espinhos), não tem cheiro característico, é composto basicamente por água... além do que é verde quase claro, quase escuro, meio amarelo. POR FAVOR!!!! É uma ofensa pros feios botar essa coisa no time deles. A parte biológica também não fica de fora. Chuchu tem no máximo 3 vitaminas (A, B, C), mas menos que qualquer outra coisa verde do supermercado. É, entretanto indicado pelo governo como suplemento alimentar por conter fibras. Mas isso amor, só serve pra aumentar a bosta, sabe como é????

PUTARIA
Quanto ao fato de dar horrores, acho que não precisaria explicar ;), mas aí vai. Chuchu não é nada além de PRAGA do mato. Isso porque assim como qualquer trepadeira, o chuchu sobe em qualquer lugar, cria folhas, enrrola pra suportar caules e ROUBA espaço, sol, alimento e a "paciência” de qualquer plantinha ao redor. Depois meu amigo, dá....dá....e como dá. Não tem safra. É o típico, lets reproduce, sabe como???? O ó do borogodó!!!!! Tá quente = chuchu, tá frio = chuchu, natal = chuchu, meio do ano = chuchu...enfim...a bosta é barato não é atoa!

Por isso tudo eu IMPLORO, meus amigos, tanta coisa mais saudável, definida, feia e bonita pra servir de elogio ou falta DE...

ME POUPEM DO CHUCHU VAI ;) heheh

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Escorrência.

Porque é justamente o que sinto.
Ambos me escorrem pelos dedos.
Impotência e fragilidade se apossam de mim e desenhando na porcelana fina que chamo de vida encontram-se prontos para o despedaço final.
Desepero. Soluço. Ausência. Desejo que não tão eterna (mas vai que nem isso é como acredito). Espero Nele.
Distância. IMENSURÁVEL. Nó na garganta. Ausência de peito. Pensamentos que brotam ora cheios de fé, ora com total descrença.
Quero guardar, mas nem mesmo sei o que. Tenho milhões de boas lembranças (por vezes embaladas por gargalhadas da alma), mas tenho medo de me agarrar à elas. Medo de me perder de vocês.
Por outro lado, os quero perto mas não sem vida.
Ensinamentos, carinho, respeito, experiência....coisa de vó. de vô.
Cheiro de talco, de pão, bolo estrela, revistinhas da igreja, perfume novo, perfume velho...cheiro de "sentir em casa"
Nada nisso tudo faz sentido.
Nem mesmo o que escrevo aqui (que já que não faz sentido, não tem correção). Palavras que imploram pra sair e não sou capaz de botar no papel.
Grito espremido, cheio de culpa, saudade, memórias e falta.
Hoje não sei correr. É que dói demais.
Sem nexo. Sem eira nem beira. Sem eu, sem você, sem nós, sem colo, sem sorriso, sem abraço.
Sem Um..Dois??? Não. Não saberia de onde tirar forças.
Mas faço da promessa minha esperança, afinal "o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã"

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Velho vestido azul

É, foi pra você.
Foi...

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Ela

Amarga, dura e friamente dócil.

Ingrata. Religiosa. Bucólica. Ainda assim merecedora de todo meu amor.


Sorriso raro. Por vezes pouco sincero, mas capaz de me acalentar o peito. E como dele sinto falta.

Torradinhas, chás, esporros, intrigas, carência e ausência de saber amar.
Demorei, mas um dia entendi.
Não se aprende a dar amor sem antes aprender a receber.
Não culpei. Apesar da diferença de idade, tentei ensinar. Aceitei a falta de mudança.
Optei por te ajudar a ser feliz e ainda que por uns minutinhos, sei que consegui!


Mas de todos seus defeitos, o não querer viver é o único que não sei aceitar.

Não quero nem mesmo aprender com ele. Egoistamente afirmo que contra isso não tenho forças, nem peito, nem raça, nem vontade de lutar.


Constato: nesse caso, mais que nunca, a impotência é diretamente proporcional à distância.

Desejo que a culpa dê lugar à lembraça, que a saudade seja expressa pelo choro intenso e curto e que pelo menos mais uma vez meu amor chegue até você e te faça sorrir denovo.
Desejo que Ele tenha misericórdia de nós e que caso o fracasso seja inevitável, que ele não doa pra sempre aqui no peito.

Sem opção de escolha, desejo que seu coração mude, entrego meu sincero amor e que pelo menos desta vez você seja capaz de recebê-lo. Ainda que por alguns instantes antes de partir.

sábado, 14 de agosto de 2010

Tem dias...

Tem dias em que não queria ver.
Queria não pensar.
Não ver você, vocês, seus passos, artimanhas, jogos e desvendar seus segredos.
Queria que o enígma continuasse indecifrável, que pelos pensamentos o sentimento do peito não fosse expulso. Que o poder de escolha não estivesse nas minhas mãos. Que não houvesse motivos pra elas.
Que a simplicidade da vida inundasse minha mente trazendo de volta a felicidade que um dia larguei por aí.

Nesses dias desejo ser pequena.
Frágil, desmiolada, preguiçosa, irresponsável. Desejo IMENSO de ser burra.
Burra pra acreditar que existem corações de carne, palavras sinceras, gente que vale a pena e solução pros problemas do mundo. Burra pra voltar a desejar com o coração, sonhar com a alma, sorrir com os olhos, esperar em paz e finalmente aprender a amar alguém além do meu próprio umbigo.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Hormônios! Quem precisa deles????

Corro.
Ando.
Como.
Bebo.
Ocupo.
Desocupo.
Durmo. Mais 5 minutinhos. Lá se vai o dia.
Planejo. Defino. Volto ao ponto de partida. A física confirma: trabalho NULO.
Quadro branco...Tela cheia...Branco again.
Sorte minha que TPM não dura pra sempre ;)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ainda que de longe...

É culpado pelo sorriso que brota aqui.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ZzzzzZzzzz

Nada melhor que uma boa noite de sono pra botar as idéias em ordem!
Hoje não preciso correr! ;)

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Lição de vida

Um cheio de vida. A outra cheia de falta dela.
Enquanto vejo a diferença, escolho a quem seguir.
Meu peito dói.
Tento ajudar, mas sabem como é...isso é quase como mudar o mundo.
Quanta diferença.
Quanta distância.
Quanta falta.
Começo a desejar o fim, já que vejo seu início e isso é inadimissível pra mim.
Corroo o peito...nó...posso ouvir a auto-flagelação.

Quão singelo é um EU TE AMO.
Quão verdadeiro ele é?

Por razões diferentes chego a mais simples conclusão: pior dor que não saber amar não há e é, isso depende exclusivamente de nós.

Ui.

Desse foi difícil de acordar. E vai ser real assim lá na pqp.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Essa é pra vocês. =)

http://www.youtube.com/watch?v=Cs595xLcyZE

Delícia de noite estrelada!!!!
E assim, fico por aquí, lembrando do que me faz tão bem!!!