Definitivamente.
Confesso: tentei. E denovo, denovo, denovo, denovo....
Jurei que era a última vez. Última? Próxima? Última da próxima.
Sem entrada nem saída.
Sem volta.
Por mim.
Por nós.
Pelo resto.
O resto importa, nós não.
Fecho os olhos. Inundo pra sobreviver.
É como se estivesse lá.
Sinto o cheiro da terra molhada, grama, manga ubá. Do frango saindo do fogo, do arroz recém queimado embalado por pequenas descussões.
Até delas sinto falta.
Da hora do café, do pão quentinho do Monteiro e das maravilhas da Colombina.
Da minha pequena. Brota aqui um sorriso só de lembrar. Arteira, esperta, preguiçosa como a mãe. Não é mais minha.
Me culpo por não estar perto.
Perto pra novela, remédio, torradinhas e chá de casca de maçã.
Pra escolha de roupas, presentes e sapatos.
Pra levar pra passear e conversar por horas no possante.
Lembro do dia da chuva. Queria ter dado mais um abraço só.
É que é quando passa que comeca a doer.
Não gosto de revistinhas religiosas e não espero o fim do mundo.
Não esse.
Patriotismo e saudade me fazem chorar. Dependo disso pra viver, como é que faz? Não. Utopias não existem quando se é feliz. E não conheço ninguém que seja de fato sem realizações. Por elas eu engulo, levanto e brinco de super-herói.
Ainda que sem eles e no meio do caminho.
Que no vento um beijo meu seja levado especialmente pra você e que Deus nos guarde até lá.
Por enquanto digo ao povo que fico.
sábado, 26 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Freedom
Por um segundo do seu mundo fui liberta.
Se cativa não mais, talvez, ainda que não tão livre, leve fui.
Na graça da vida me deixei levar e alí descobri o quanto posso ser gigante quando preciso de um.
Redescubro.
Nova arte com menos paradigmas. Nunca sem valor.
Não precisava ser tão perfeito. Tão completo. Tão EU.
Sem dúvida me fez bem.
Que meus dias tenham sol, que forças sejam renovadas e promessas refeitas.
Que ainda sem o novo, o velho, vazio, não insista em reaparecer.
Que de escravo meu coração se torne farto, rebelde e que pela paz seja LIVRE. Repouse no amor.
E como é bom sorrir assim denovo!
Se cativa não mais, talvez, ainda que não tão livre, leve fui.
Na graça da vida me deixei levar e alí descobri o quanto posso ser gigante quando preciso de um.
Redescubro.
Nova arte com menos paradigmas. Nunca sem valor.
Não precisava ser tão perfeito. Tão completo. Tão EU.
Sem dúvida me fez bem.
Que meus dias tenham sol, que forças sejam renovadas e promessas refeitas.
Que ainda sem o novo, o velho, vazio, não insista em reaparecer.
Que de escravo meu coração se torne farto, rebelde e que pela paz seja LIVRE. Repouse no amor.
E como é bom sorrir assim denovo!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Só saudade. Muita.
Querendo acreditar num futuro onde pudesse ser completa, faço escolhas...por vezes erradas...faltam-me opções. Me sobra saudade.
Quanta falta.
Quanta? Muita. Afinal, falta.
Quanta falta.
Quanta? Muita. Afinal, falta.
domingo, 6 de junho de 2010
Little chef
Uma boa fuga pra essas horas de confusão pessoal chama-se culinária criativa (mas de preferência, sem queimar o prato principal).
Assim foi:

Arroz Branco, Lentilha, Ovos, Bacon, Alecrim, Bastante sal com alho, Molho "mix de queijo"com o clássico branco, queijos, orégano e FORNO. (repito com banana frita).
Bifes de lombo com molho barbecue caseiro e broto de feijao como salada.
Medidas certamente saudáveis. Bom, melhor que potes de Nutella.
Assim foi:

Arroz Branco, Lentilha, Ovos, Bacon, Alecrim, Bastante sal com alho, Molho "mix de queijo"com o clássico branco, queijos, orégano e FORNO. (repito com banana frita).
Bifes de lombo com molho barbecue caseiro e broto de feijao como salada.
Medidas certamente saudáveis. Bom, melhor que potes de Nutella.
Do outro lado do oceano
Ainda não tive coragem.
Não sei nem mesmo por onde começar.
Arranco olhos pra não ver palavras;
ouvidos pra não esperar promessas;
língua pra não falar o que não convém.
Não me convém.
Amarro mãos;
prendo pensamentos;
ocupo o tempo.
Nada disponível pra sonhar.
Arranco o coração. Deixo sangrar.
Alma dolorida. Não me permito viver em paz.
Desejo a apatia.
Sede de não pensar.
Entorpeço, enlouqueço, almejo O desejo.
Anseio, receio, aguardo meu fardo.
Espero o que quero, descubro e constato: não há constelação que seja capaz de te arrancar daqui.
Não sei nem mesmo por onde começar.
Arranco olhos pra não ver palavras;
ouvidos pra não esperar promessas;
língua pra não falar o que não convém.
Não me convém.
Amarro mãos;
prendo pensamentos;
ocupo o tempo.
Nada disponível pra sonhar.
Arranco o coração. Deixo sangrar.
Alma dolorida. Não me permito viver em paz.
Desejo a apatia.
Sede de não pensar.
Entorpeço, enlouqueço, almejo O desejo.
Anseio, receio, aguardo meu fardo.
Espero o que quero, descubro e constato: não há constelação que seja capaz de te arrancar daqui.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Nas mãos de Deus
Mais uma peça.
Mais uma.
Sucesso profissional. Pessoal nem tanto.
Vou engolindo a saudade, tentando tirar proveito do novo e me preparando pra não voltar.
Aos Irmãos, confesso que preciso mais que nunca.
À família, desculpem pela ausência. Espero um dia ter tempo pra recompensar.
Ao novo, toda sorte de bênçãos.
À você...é, não devia estar escrito nas estrelas.
Que Deus ampare meu coração, renove minhas forças, me faça feliz em mais uma nova etapa, afinal, como eu entreguei não adianta querer tomar de volta.
No amor traço esse novo caminho. Preparo pro que virá, relembro o que já foi e tento esquecer o que poderia ter sido. Recebo com gratidão.
Por hoje, mãos a obra.
Mais uma.
Sucesso profissional. Pessoal nem tanto.
Vou engolindo a saudade, tentando tirar proveito do novo e me preparando pra não voltar.
Aos Irmãos, confesso que preciso mais que nunca.
À família, desculpem pela ausência. Espero um dia ter tempo pra recompensar.
Ao novo, toda sorte de bênçãos.
À você...é, não devia estar escrito nas estrelas.
Que Deus ampare meu coração, renove minhas forças, me faça feliz em mais uma nova etapa, afinal, como eu entreguei não adianta querer tomar de volta.
No amor traço esse novo caminho. Preparo pro que virá, relembro o que já foi e tento esquecer o que poderia ter sido. Recebo com gratidão.
Por hoje, mãos a obra.
terça-feira, 1 de junho de 2010
O Amor
Acabo de receber e por necessidade, faço de leitura diária. Relaxadamente.
"Amor
Temos a mania de achar que o amor é algo que se busca.
Buscamos o amor nos bares, na internet, nas paradas de ônibus.
Como num jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto dentro das boates, nas salas de aula, nas platéias dos teatros.
Ele certamente esta por ali, você quase pode sentir seu cheiro, precisa apenas descobri-lo e agarrá-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade.
Há quem acredite que o amor é medicamento.
Pelo contrario.
Se você esta deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima, e caso o faça, vai frustrar sua expectativa, porque o amor quer ser recebido com saúde e leveza, ele não suporta a idéia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de autoestima.
Você já ouviu muitas vezes alguém dizer: “Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu.” Claro, o amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que, antes de tudo, tratam bem de si mesmas.
O Amor, ao contrario do que se pensa, não tem de vir antes de tudo.
Antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de curtir a vida.
Ele não é uma garantia de que, a partir de surgimento, tudo o mais dará certo.
Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores, quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem mascaras e sem fantasia.
É esta a condição. É pegar ou largar.
Para quem acha que isso é chantagem, arrisco-me a sair em defesa do amor: ser feliz é uma exigência razoável, e não é tarefa tão complicada.
Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por dos erros que cometem.
Felicidade é serenidade.
Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes encantados.
O amor é o premio para quem relaxa."
"Amor
Temos a mania de achar que o amor é algo que se busca.
Buscamos o amor nos bares, na internet, nas paradas de ônibus.
Como num jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto dentro das boates, nas salas de aula, nas platéias dos teatros.
Ele certamente esta por ali, você quase pode sentir seu cheiro, precisa apenas descobri-lo e agarrá-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade.
Há quem acredite que o amor é medicamento.
Pelo contrario.
Se você esta deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima, e caso o faça, vai frustrar sua expectativa, porque o amor quer ser recebido com saúde e leveza, ele não suporta a idéia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de autoestima.
Você já ouviu muitas vezes alguém dizer: “Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu.” Claro, o amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que, antes de tudo, tratam bem de si mesmas.
O Amor, ao contrario do que se pensa, não tem de vir antes de tudo.
Antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de curtir a vida.
Ele não é uma garantia de que, a partir de surgimento, tudo o mais dará certo.
Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores, quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem mascaras e sem fantasia.
É esta a condição. É pegar ou largar.
Para quem acha que isso é chantagem, arrisco-me a sair em defesa do amor: ser feliz é uma exigência razoável, e não é tarefa tão complicada.
Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por dos erros que cometem.
Felicidade é serenidade.
Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes encantados.
O amor é o premio para quem relaxa."
Mais mudanças???
Decidi escrever porque estou mesmo apreensiva...preciso desabafar sem contar pra ninguém e nesse sentido, nenhum lugar me supriria mais.
Amanhã decide TUDO e talvez seja o tudo que não quero.
Eu sei. Se for, vai ser bom.
Também sei que aceito, se assim conseguir, e prometo mostrar mais interesse do que de fato tenho mas mais uma vez sinto o cheiro da arapuca.
Armadilha construída pelas minhas mãos e engenhosamente desenhada pra que eu não seja capaz de nenhum auto-resgate.
Até eu me pergunto, pra que tanto esforço em me obrigar ao que não quero?
Eu mesma respondo: se não assim, as asas da preguiça crescem, cobrem meu rosto, me amarram os pés e sobrepõem às naturais. Não me deixam voar.
E se nessa auto-punição do crescimento eu te perder?
Não se perde o que nunca se teve e por assim ter sido sou obrigada a renunciar próprios sonhos. Deixo a razão no controle, apesar de ser ínfima perto do desejo. Esse, tento mais uma vez reprimir, ainda que sabendo que vulcões são fruto de repressões excessivas...
E assim, esse amor próprio consome com minha própria alma, corrói meu próprio coração e escreve meu destino me separando mais uma vez dos meus próprios sonhos e neles incluo você.
Feliz eu seria, se a cabeça não brigasse tanto com o coração.
E TUDO por amanhã.
Amanhã decide TUDO e talvez seja o tudo que não quero.
Eu sei. Se for, vai ser bom.
Também sei que aceito, se assim conseguir, e prometo mostrar mais interesse do que de fato tenho mas mais uma vez sinto o cheiro da arapuca.
Armadilha construída pelas minhas mãos e engenhosamente desenhada pra que eu não seja capaz de nenhum auto-resgate.
Até eu me pergunto, pra que tanto esforço em me obrigar ao que não quero?
Eu mesma respondo: se não assim, as asas da preguiça crescem, cobrem meu rosto, me amarram os pés e sobrepõem às naturais. Não me deixam voar.
E se nessa auto-punição do crescimento eu te perder?
Não se perde o que nunca se teve e por assim ter sido sou obrigada a renunciar próprios sonhos. Deixo a razão no controle, apesar de ser ínfima perto do desejo. Esse, tento mais uma vez reprimir, ainda que sabendo que vulcões são fruto de repressões excessivas...
E assim, esse amor próprio consome com minha própria alma, corrói meu próprio coração e escreve meu destino me separando mais uma vez dos meus próprios sonhos e neles incluo você.
Feliz eu seria, se a cabeça não brigasse tanto com o coração.
E TUDO por amanhã.
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