Medo causa adrenalina. Ansiedade.
Dúvidas e abortagem de planos. Necessidade de novos. Sonhos.
Por medo sou gigante pra você, pequena pra mim.
Fútil esse sentimento furtivo de coragem.
Por ele ganho o mundo e o faço escorrer pelos dedos.
Abro mão da segurança e coloco a mostra meu lado mais feminino: o incoerente.
Escuto, penso, concluo: definitivamente não nasci pra tantos dilemas.
Boa hora pra lembrar de crescer.
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