Imigrar é viver apoiado numa saudade constante...coisa que não se explica. Sem pátria, terra, amigos, família, memórias, noções de posse, direitos e MUITA NOÇÃO DE DEVERES.
Sentir uma felicidade absurda por desvendar o novo é até comum, mas a sensação de vazio no peito, infelizmente, é mais frequente.
Na ausência de pessoas, palavras, memórias capazes de me arrancar um sorriso, decido escrever...ainda que perdendo a noção de conjunções e gramática, abro mão das regras ortográficas pra amenizar minha solidão...e como dói.
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