Um cheio de vida. A outra cheia de falta dela.
Enquanto vejo a diferença, escolho a quem seguir.
Meu peito dói.
Tento ajudar, mas sabem como é...isso é quase como mudar o mundo.
Quanta diferença.
Quanta distância.
Quanta falta.
Começo a desejar o fim, já que vejo seu início e isso é inadimissível pra mim.
Corroo o peito...nó...posso ouvir a auto-flagelação.
Quão singelo é um EU TE AMO.
Quão verdadeiro ele é?
Por razões diferentes chego a mais simples conclusão: pior dor que não saber amar não há e é, isso depende exclusivamente de nós.

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